sexta-feira, 10 de julho de 2020

Retinopatia Diabética...



Retinopatia Diabética...

Para quem não conhece é um dos problemas causados pela Diabetes... e um dos problemas que eu também tenho, mesmo com a Bomba de Insulina eu descobri esse probleminha básico.

Graças a Deus quando eu descobri eu fiz uma consulta muito boa com minha Oftalmologista (Dra Luciana Costa Cunha do Hospital de Olhos de Juiz de Fora)
e ela me explicou como seria o tratamento: eu teria que fazer aplicações de injeções nos olhos porque meus vasos sanguíneos no fundo de olho estava quase estourando de tão inchados e se estourasse eu não ia mais enxergar nada...

Sai do consultório com as receitas para o pedido de 5 injeções a serem pagas pelo governo, fui no prédio para fazer a solicitação dos medicamentos. Como eu conhecia os médicos comecei a fazer o Tratamento sem sair os valores do tratamento, o valor para o pagamento do tratamento demorou mais ou menos uns 7 meses para sair! Quando saiu o valor eu praticamente já tinha feito todas as injeções, como minha médica sempre me ligava para eu ir quando tinha alguma aplicação sobrando durante a semana. Junto com o tratamento das Injeções eu fiz laser também nos dois olhos.

Graças a Deus que Ele colocou pessoas no meu caminho para cuidar de mim a todo momento... em todas as situações Ele nunca me desamparou, eu sempre falo: “Quando o mundo fecha uma Porta, Deus abre uma grande Janela” e tem sido assim em todos os momentos da minha vida. Eu nunca posso deixar de agradecer por tudo que Ele faz...
Graças ao tratamento que fiz com tudo isso hoje consigo enxergar normalmente sem problemas como se nada tivesse acontecido.... Ainda continuo fazendo acompanhamento para ver sempre como está tudo...

Mas calma que ainda tem mais coisas... na segunda vai ter outro POST sobre ser renal crônico..

Abraços


Alfredo Souza
contato@pardeideias.blog.br







quarta-feira, 8 de julho de 2020

Bomba de Insulina – Medtronic



Como eu já falei no POST anterior hoje vou fazer um pouco de Bomba de Insulina...

Em 2010 mais ou menos eu troquei minhas insulinas de NPH e REGULAR para LANTUS e APIDRA, e essas novas insulinas eu não as consegui pegar pelo governo então de 2010 a 2014 eu paguei do meu bolso o meu tratamento e as fitas para medir a glicose eu só consegui pegar até o ano de 2010 também então comecei a pagar elas também, pois tinha de medir a glicose várias vezes por dia pagando tudo.

Em 2013 mesmo eu fazendo todo o tratamento certinho, alimentação, insulina e alguns exercícios físicos.... Eu comecei a ter muitas crises de hipoglicemia, crises essas que passava mal lá pelas 04:00am e minha mãe e irmãos que me encontravam me debatendo sem acordar e me encaminhavam para o Hospital ou Pronto Socorro essas crises começaram a ser muito frequentes tipo mais ou menos 3 a 4 vezes por semana eu acordava no pronto socorro.

Eu comecei a pesquisar outro tratamento para melhorar meu controle, pois eu já não estava aguentando passar mais mal como estava passando. Com isso eu fiquei sabendo da BOMBA de INSULINA eu liguei para o Representante da Medtronic e perguntei como funcionava para usar ela e ele me explicou que teria duas opções a primeira era eu comprar e a outra era tentar pela defensoria pública, pois os insumos dela era muito caro por mês.

Ele me mandou um modelo que na época era a que eles tinham para fazer um teste de 1 mês, pensa em uma mudança de vida com esse teste. Foi a melhor coisa da minha vida pois fiquei esse teste todo sem parar no hospital, mas acabou o teste e voltamos para o tratamento normal. Mas minha médica Dra. Erika Lawall fez um laudo médico muito bem feito e com o laudo e receitas eu levei na defensoria para dá entrada no pedido dela isso foi no em outubro de 2013. Pedi as negativas do estado e do município pois eles não davam o tratamento para esse tipo de tratamento e com tudo nas mãos demos a entrada...

Quando foi chegou fevereiro de 2014 o Juiz deu causa ganha para eu usar a bomba de insulina e todos os insumos e a insulina que eu usaria para ela funcionar também... o governo comprou e mandou entregar para mim, liguei para a empresa e marcamos com a enfermeira para vir e fazer o treinamento e me ensinar a mexer nela e configurar. Aprendi também no treinamento a contagem de carboidrato, mas sempre aprendemos a cada dia mais e mais sobre a contagem.

A Bomba de insulina tem um Sensor que mede a glicose de 5/5 minutos e informa a bomba qual o valor está e com as setas de tendências sabemos para onde está caminhando a glicose. Subindo ou descendo, etc.... e os relatórios da bomba de insulina com as calibrações de 12/12 horas com a ponta do dedo fica bem calibrada e o tratamento fica certinho. Consigo tirar relatórios de 14/14 dias para manter a médica informada e vamos ajustando o basal e as correções.

Bomba de Insulina aqui na minha cidade é sempre novidade por onde eu passo, em Hospitais, Pronto Socorros, lugares para fazer exames, amigos, etc. Minha cidade não é pequena mais eu queria que mais pessoas tivessem a oportunidade de o tratamento que eu tenho com a bomba de Insulina, pena ser um tratamento bem caro e o custo dever ser pago pelo governo se tiver um laudo médico com uma recomendação muito bem-feita!

Mas lembrando que cada tratamento é um tratamento, pois as vezes nos queremos ter Bomba de insulina mas não temos indicação. Então veja com seus médicos se seu tratamentos esta bom ou esta precisando de melhorar...

Quem quiser mais informações pode me mandar mensagem que ajudo no que for preciso...

Breve tem mais acontecimentos....

Abraços

Alfredo Souza
contato@pardeideias.blog.br





segunda-feira, 6 de julho de 2020

Diagnóstico DM1



Hoje vou falar um pouco de como aconteceu quando descobri a DM1:

Foi no começo de 2007 no carnaval viajei com minha família para praia e já estava com alguns indícios para eu não os conhecia, eu estava com muita cede e ia no banheiro quase de 1 em 1 hora, acordava a noite toda para ir ao banheiro. Mas como na minha família mais próxima não existia casos a gente não sabia o que estava acontecendo. Voltamos da praia e vida que seguia normal, voltei a trabalhar. Em um sábado pela manhã no trabalho eu estava muito elétrico não sabia o porquê, sai do trabalho e fui caminhando para casa. Eu andava pelas ruas até minha casa e parecia que estava andando nas nuvens. Minha cabeça não parava de doer também....

Quando cheguei em casa estava muito cansado, deitei e dormir por umas 5 horas (fui descobrir depois que poderia não ter acordado mais). Levantei e tomei uma vitamina que fiz eu não estava conseguindo nem andar direito de tanta dor e minhas pernas estão formigando, eu estava sozinho em casa. Troquei de roupas e fui para o pronto socorro próximo da minha casa, coisa de 10 minutos eu demorei quase 1 hora para chegar! Quando cheguei lá fiquei esperando para ser atendido umas 3 horas. Entrei para o consultório e o médico pediu para fazer alguns exames rápidos e voltar para o consultório para ele analisar (para falar a verdade eu não lembro muito bem do que o médico falou, ele só pediu para mim ligar para minha irmã que ele ia conversar com ela) Ele explicou o que estava acontecendo e pediu para ela ir para o local, pois minha glicose estava acima de 600! Disse a ela que eu iria ter que ficar internado no Hospital da cidade, mas tudo dependia de vaga e da ambulância ir me buscar.

Aí começou o meu tormento, pois o pronto socorro era onde chegava os acidentados para depois irem para o hospital, fiquei na sala onde todos chegavam no soro e com insulina sendo aplicada de 5 em 5 minutos pois não abaixava. Eu estava ficando doido até minha irmã chegar e começar a ver a possibilidade de irmos para o hospital, mas o médico não autorizou ir de carro disse que teria que esperar a ambulância. Mas não aguentava mais ficar ali e já tinha uma vaga que minha irmã já tinha conseguido na Santa Casa “Fugi do Pronto Socorro” e fomos para lá.

Aí começou o tratamento, fiquei internado por quase 1 semana. Fiz muitos exames e quando fiquei lá a glicose subia e descia, mas conseguimos estabilizar ela e tive alta. Fui para e continuava fazendo o tratamento de casa mesmo, 2 dias que tive alta eu não estava enxergando nada. Fui para a Santa Casa para saber o que era e a médica falou que era por causa da glicose ter subido e descido: que como se pegasse um copo de água e colocasse 10 colheres de açúcar a água ia ficar turva assim estava minha visão, com o tratamento ia voltar depois de uns 7 dias voltou ao normal...

Meu tratamento consistia em dieta, medir a glicose e tomar insulina NPH e REGULAR.... 

Continuamos assim até 2014, mas essa vou contar em outro post.

Abraços

Alfredo Souza
contato@pardeideias.blog.br


sexta-feira, 26 de junho de 2020

Dia Nacional do Diabetes é celebrado em 26 de junho


Olá, tudo bem? Hoje vamos falar um pouco sobre Diabetes...

"Em 26 de junho é comemorado o dia Nacional do Diabetes, uma data que surgiu em parceria entre o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar os brasileiros sobre a doença que afeta 8,9% de toda a população do País, segundo dados de 2016 divulgados pelo Ministério da Saúde. Este número corresponde a mais de 18 milhões de pessoas e representa um crescimento de 61,8% em relação a 2006."

Vou começar uma série de POST para ajudar algumas pessoas que sofrem com a DIABETES, vamos começar falando um pouco sobre os tipos de diabetes:

Tipos de Diabetes

Você conhece o famoso pâncreas?

O pâncreas é um órgão localizado atrás do estômago que produz alguns hormônios importantes para nosso sistema digestivo. Em condições rotineiras, quando o nível de glicose no sangue sobe, células especiais, chamadas células beta, produzem insulina. Assim, de acordo com as necessidades do organismo no momento, é possível determinar se essa glicose vai ser utilizada como combustível para as atividades do corpo ou será armazenada como reserva, em forma de gordura.
Isso faz com que o nível de glicose (ou taxa de glicemia) no sangue volte ao normal.

O que é Diabetes Tipo 1?

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença.


O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

Veja Também:


O que é Diabetes Tipo 2?

O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia.
Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

Veja Também:

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Há outros tipos?

Entre o Tipo 1 e o Tipo 2, foi identificado ainda o Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA). Algumas pessoas que são diagnosticadas com o Tipo 2 desenvolvem um processo autoimune e acabam perdendo células beta do pâncreas. E há também o diabetes gestacional, uma condição temporária que acontece durante a gravidez. Ela afeta entre 2 e 4% de todas as gestantes e implica risco aumentado do desenvolvimento posterior de diabetes para a mãe e o bebê. Saiba mais no link Diabetes Gestacional

Diabetes Gestacional
O que é?
Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento do bebê, a mulher passa por mudan-ças em seu equilíbrio hormonal. A placenta, por exemplo, é uma fonte importante de hor-mônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glico-se pelo corpo. O pâncreas, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro. 

Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre e elas desenvolvem um quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue. Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intrauterino, há maior risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta.

Como eu percebo que estou com diabetes gestacional?
O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher e nem sempre os sintomas são identificáveis. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana de gravidez (início do 6º mês), como está a glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância a glicose.

Quais são os fatores de risco?
  •  Idade materna mais avançada
  •  Ganho de peso excessivo durante a gestação
  • Sobrepeso ou obesidade
  • Síndrome dos ovários policísticos
  • História prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional
  • História familiar de diabetes em parentes de 1º grau (pais e irmãos)
  • História de diabetes gestacional na mãe da gestante
  • Hipertensão arterial na gestação
  • Gestação múltipla (gravidez de gêmeos).

É possível controlar?
Sim. O controle do diabetes gestacional é feito, na maioria das vezes, com a orientação nutricional adequada. Para cada período da gravidez, uma quantidade certa de nutrientes. A prática de atividade física é outra medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contraindicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro.
Aquelas gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e atividade física têm indicação de associar uso de insulinoterapia. O uso da insulina é seguro durante a gestação. É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo diabetes, quando tratadas de maneira adequada, terão excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.

Cuidados
O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de Diabetes Tipo 2. Aproximadamente seis semanas após o parto, a mãe deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos.
Uma ótima notícia é que o aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes após o parto. A alimentação balanceada e a prática regular de atividades físicas completam essa ‘fórmula infalível’.

Pré-Diabetes

Já imaginou se o corpo humano contasse com um sistema de alarme que dispara quando o risco de desenvolver uma doença aumenta? Não seria uma chance de mudar seu futuro?
A maioria das pessoas não sabe o que é pré-diabetes. Uma pesquisa feita pela SBD em parceria com o laboratório farmacêutico Abbott apontou que apenas 30% dos pacientes tinham informações sobre essa condição.
O termo pré-diabetes é usado quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas não o suficiente para um diagnóstico de Diabetes Tipo 2. Obesos, hipertensos e pessoas com alterações nos lipídios estão no grupo de alto risco.
É importante destacar que 50% dos pacientes nesse estágio 'pré' vão desenvolver a doença. O pré-diabetes é especialmente importante por ser a única etapa que ainda pode ser revertida ou mesmo que permite retardar a evolução para o diabetes e suas complicações.
Por que existe essa preocupação? Muitos pacientes, ao serem comunicados de que têm pré-diabetes, não enxergam ali uma oportunidade. Deixam para 'cuidar' quando o proble-ma se agravar. Só que o pré-diabetes pode prejudicar nervos e artérias, favorecendo diversos outros males, a exemplo de infarto e derrames (veja em Complicações)
A mudança de hábito alimentar e a prática de exercícios são os principais fatores de sucesso para o controle. No entanto, para 60% dos pacientes, a dieta é o passo mais difícil a ser incorporado na rotina. Ao todo, 95% têm dificuldades com o controle de peso, dieta saudável e exercícios regulares. Lembre-se: ninguém morre de diabetes, e sim do mau controle da doença.
De acordo com a International Diabetes Federation, entidade ligada à ONU, existem no mundo mais de 380 milhões de pessoas com diabetes. Na maioria dos casos, a doença está associada a condições como obesidade e sedentarismo, ou seja, pode ser evitada. É possível reduzir a taxa de glicose no sangue com medidas simples. Perder de 5 a 10% do peso por meio de alimentação saudável e exercícios faz uma grande diferença na qualidade de vida. Mexa-se!

Fatores de risco:

Assim como Diabetes Tipo 2, o pré-diabetes pode chegar à sua vida sem que você perceba. Ter consciência dos riscos e buscar o diagnóstico é importante, especialmente se o pré-diabetes for parte do que nós chamamos de 'síndrome metabólica':
  • Pressão alta
  • Alto nível de LDL ('mau' colesterol) e triglicérides; e/ou baixo nível de HDL ('bom' colesterol)
  • Sobrepeso, principalmente se a gordura se concentrar em torno da cintura
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Gente essas informações foram  tiradas do site: https://www.diabetes.org.br/

Espero que ajude muitas pessoas, se você conhece alguém que precisa saber mais sobre esse assunto, compartilhe esse POST.

Abraços

Alfredo Souza
Fotógrafo/Blogueiro
contato@pardeideias.blog

domingo, 10 de maio de 2020

Mãe, minha vida...



Mãe palavra simples
que tem varias definições
Amor de mãe um amor que não sai
dos nossos corações.
Tu és minha compreensão,
O sol que resplandece o meu dia.
Tu és a razão do meu viver,
És muito mais do que eu possa te dizer...
O seu sorriso minha mãe
é a minha inspiração;
é lindo e perfeito
não tem nenhum defeito!
Teu olhar minha mãe,
me guia na escuridão
só ele pode fazer brilhar
o meu chão!
Para me despedir eu digo
Dias das mães é uma vez por ano
Mas Dias de mãe nunca terminam
E são esses dias que me animam!


Kássia Maia

quarta-feira, 18 de março de 2020

O que é coronavírus? (COVID-19)

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).
Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.
A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

O que você precisa saber e fazer.
Como prevenir o contágio:


Lave as mãos com água e sabão ou use álcool em gel.

Cubra o nariz e boca ao espirrar ou tossir.


Evite aglomerações se estiver doente.


Mantenha os ambientes bem ventilados.

Não compartilhe objetos pessoais.

Gente, vamos nos cuidar e PREVENIR...

Abraços

Alfredo Souza
Blogueiro/Fotógrafo